o acelerado em 2025, a IA entra em uma nova fase: menos conversa e mais ação real no dia a dia.
Rumores vindos da indústria, da CES 2026 e das Big Techs indicam que janeiro será o ponto de partida dessa transformação.
O primeiro grande rumor é o fim do Google Assistant como conhecemos, com a migração definitiva para o Gemini.
A nova IA do Google deve enxergar a tela, interagir com apps e executar tarefas completas no Android.
O segundo movimento forte é a chegada da chamada Edge AI, com inteligência artificial rodando direto nos dispositivos.
Isso significa mais privacidade, menos dependência da nuvem e respostas quase instantâneas.
O terceiro rumor envolve os agentes autônomos, IAs capazes de executar tarefas sozinhas do início ao fim.
Esses agentes poderão marcar reuniões, resolver tickets e até negociar tarefas sem intervenção humana.
O quarto ponto envolve a OpenAI e o possível lançamento do Project Operator, uma IA que controla o computador.
A proposta é eliminar tarefas repetitivas como copiar, colar, organizar arquivos e executar rotinas manuais.
O quinto rumor é a hiperpersonalização dos softwares, com sistemas que se adaptam ao usuário em tempo real.
Ferramentas corporativas deixarão de ser fixas e passarão a se moldar ao comportamento de cada pessoa.
Tudo indica que 2026 será o ano em que a IA deixará de responder e começará a agir — e quem entender isso primeiro sai na frente.